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Quem lembra da situação da comunidade Bandeira 2 em Del Castilho?

Atualmente dominada pelo Comando Vermelho, fazendo conexão com as favelas do Manguinhos, jacarezinho, Mandela e Arará.

Como a comunidade é minuscula, os bandidos sofrem pra ficar na comunidade, pois a Milicia entra na hora que quer.

Hoje de manhã houve prisões e apreensões da CORE na Bandeira 2.

A situação deve piorar em Del Castilho, principalmente para os traficantes do Comando Vermelho.

A tendencia é que aconteça sufoco atrás de sufoco, até que o terreno fique limpo para os Milicianos entrarem sem preocupação.

Com traficantes na Bandeira 2 os Milicianos já entram, imagina depois?

A equipe do R7 fez uma matéria especial sobre essa operação da Policia Civil na favela da Bandeira 2.


É possível conhecer a comunidade por dentro nesse vídeo.

Nessa madrugada houve um intenso tiroteio na Praça Seca, na região oeste do Rio de Janeiro.

Novamente os traficantes do Comando Vermelho entraram em confronto com os Milicianos, que insistem em retornar para a região.

Depois que o Luis Claudio Machado – o Marreta – foi capturado, a situação do Comando Vermelho tende a piorar.

Já praticamente perderam a influência que tinha na comunidade da Covanca, onde eles insistem em retornar.

No Morro do Jordão os Milicianos estão empenhados em não deixar o tráfico entrar novamente, como aconteceu no ano passado.

No Morro da Chacrinha (Milicia) o CV nem pensa em botar os pés, porque ali o CV não consegue se criar.

Pro CV só restou a parte direita da Praça Seca, onde ficam as comunidades do Bateau Mouche, Menezes e São José Operário (Barão).

O CV só continua uma potência na comunidade da Barão, mas continuam cercados pelos redutos do Morro do Campinho e Fubá, redutos fortes que a Milicia domina.

Com os confrontos que vem acontecendo na Praça Seca, é questão de tempo pro CV ficar sem o controle da Barão, outro reduto que a Milicia planeja retomar!

No meio desse fogo cruzado ficam os moradores, que perdem madrugadas de sonos por causa dos tiroteios.

Assista a matéria do R7 sobre esse caso.

Se nos últimos dias o tráfico da Vila Aliança (TCP) estava sofrendo com a policia, agora os comparsas (ou rivais) da Coréia provaram do próprio veneno.

No inicio da manhã os policiais do 14º (Bangu) se deslocaram para o Complexo da Coréia, na intenção de sufocar o tráfico local.

A operação não foi tranquila.

Assim que se deparou com os traficantes, houve um confronto e traficantes foram baleados.

Foram três baleados. Rogério Fernandes de Lima, de 25 anos, Kelvin Henrique dos Santos Ferraz, de 22 anos, Ricardo Alves Medeiros Pereira, de 29 anos.

Todos foram socorridos e levados para o Hospital Estadual Albert Schweitzer, em Realengo, também na zona oeste do Rio de Janeiro.

Com eles foram apreendidos dois fuzis, 1 pistola, radiotransmissores e uma quantidade de droga.

Menos três para o bonde do traficante Sabão e Milgol.

Chefes do tráfico no Complexo da Coréia.


Será que amanhã é a vez da Vila Aliança de novo?
Comunidade do Morro do Chapadão, localizado no bairro da Pavuna, bem afastado do centro econômico e localizado na zona norte do Rio de Janeiro.

Anos atrás o tráfico do Morro do Chapadão não era potente, dificilmente a mídia batia em cima dos bandidos que se instalavam na comunidade.

Hoje é possível afirmar que lá virou um Complexo de comunidades, juntando com os bairros de Anchieta, Costa Barros, Guadalupe e Ricardo Albuquerque.

As entradas de unidades pacificadoras em comunidades do Rio de Janeiro, ajudou formar o Complexo do Chapadão e aumentar a criminalidade na Pavuna e adjacências.

Mas nem sempre foi assim.

Localidade do Chapadão

Como dito no inicio do artigo, o Morro do Chapadão fica localizado no bairro da Pavuna, no extremo norte do Rio de Janeiro.

Uma área que divide uma pobreza extrema, com entorno formado por casas de pessoas com um ótimo poder aquisitivo, como na região da Nova Pavuna.

Próximo ao Morro do Chapadão fica os municípios de São João de Meriti, Mesquita e Nilópolis.

Facção que domina no Chapadão


Como é de costume nos morros cariocas, sempre uma facção criminosa tende a se instalar em alguma comunidade e no Chapadão não é diferente.

A facção que sempre predominou foi o Comando Vermelho, a facção mais antiga do Rio de Janeiro e que ficou enraizada historicamente em grande parte das comunidades da cidade e do estado.

Outras facções já tentaram se instalar no Chapadão, como a facção Amigos dos Amigos (ADA), que possuem comunidades que são vizinhas de “muro” do Chapadão.
Mas sempre predominou o CV.

Lazer encontrado no Chapadão

Hoje os bailes que são realizados no Chapadão e nas comunidades que ficam no seu entorno, entra na lista dos “mais visitados” do Rio de Janeiro.

Essa popularidade aumentou devido a entrada da UPP nas comunidades da Penha e do Alemão, encerrando bailes tradicionais e históricos, como o baile da Chatuba.

Além da migração dos traficantes da Penha para o Chapadão, o público que frequentava os bailes da Penha também migraram. Natural!

O jogador de Futebol Adriano, era um frequentador assíduo dos bailes do Morro do Chapadão. Nascido e criado no Complexo da Penha, a sua área de lazer também virou os bailes da Pavuna.

Suas idas até a comunidade do Chapadão foi até assunto de matérias nas principais mídias, como essa aqui que saiu em 2012 no G1.com.

Histórico do tráfico do Chapadão


Vamos abordar o histórico do tráfico no Chapadão a partir do traficante Alexandre Alex Campos, o Risada.

Ele comandava o tráfico no Morro do Chapadão, mas não era bem o chefe que o Comando Vermelho imaginava.

Risada
Empenhava-se mais em assaltos, do que as vendas de drogas nas bocas do Chapadão.

Não bastava ser um mal administrador, ele mantinha contatos fortes com os traficantes da Quitanda. Favela vizinha do Chapadão, mas dominada pela facção rival, o ADA.

Conversas vão e conversas vêm, o Risada decidiu vender o Chapadão para os traficantes do ADA. Atitude que não foi aceita pela cúpula do Comando Vermelho, que exigiram explicações.

O Risada acabou sumindo mas perdoado, pois dizem que ele tinha ligações fortes com o traficante Marcio dos Santos Nepomuceno, o Marcinho PV. Principal líder do CV.

Sem o Risada no morro e com indícios que tinha trocado de facção, os integrantes do grupo do Marcinho PV foram incumbidos de retomar o Morro do Chapadão e levantar a bandeira do CV novamente na comunidade.

Bondes (Grupo Armado) de traficantes liderados pelo Fabiano Atanásio da Silva, o FB, foram até o Chapadão para expulsar os rivais do ADA.

Nomes conhecidos, como Luiz Fernando Nascimento Ferreira, o Nando Bacalhau, Baiano, T.H e entre outros, também participaram desta missão em retomar o morro para o Comando Vermelho.

Bacalhau
A retomada foi rápida e sem dor, pois os traficantes do ADA não tinha reforçado o Chapadão, achando que o CV não retornaria para comunidade.

Música que retratou o ódio do Traficante Risada

Com a retomada do Chapadão o morro ficou nas mãos do FB, que por sua vez, deixou de frente (Chefe) os traficantes Nando Bacalhau e Baiano

Outros gerentes foram incumbidos em reforçar o morro para evitar uma nova invasão.

Assim se formou o temido e perigoso Morro do Chapadão!

Com passar de muitas operações e incursões dos policiais da área, muitas cabeças do CV 
foram morrendo no Chapadão, como o número dois da hierarquia, o traficante conhecido como Baiano. Morreu em março de 2011.

A era “Nando Bacalhau” no Morro, foi a mais conhecida por todos!

Ele não tinha aparência de traficante, pois gostava de se exibir em fotos com lindas mulheres, roupas de marcas de grifes e jóias caras.

Simplesmente não se importava em aparecer nas câmeras.

Com essa exposição desnecessária e gratuita, a policia começou a dar importância ao Nando Bacalhau e caça-lo com mais intensidade.

Chegou a ser a cabeça mais valiosa para as autoridades, por ser considerado o chefe maior do chapadão. Assim pensava eles!

UPP da Penha e Prisão do FB


Com as ocupações dos Complexos do Alemão e da Penha em 2010, a comunidade do Chapadão foi considerada pelas autoridades o principal abrigo dos traficantes.

Como a liderança era do FB, chefe da Vila Cruzeiro (Complexo da Penha), o percurso normal era que a sua tropa da Penha procurasse abrigo no Chapadão.

Em partes isso aconteceu!

FB
Até o próprio FB chegou a ficar por tempos no Morro do Chapadão, e dizem que ele possui casas luxuosas dentro do morro.

Como era muito procurado também, dificilmente ele ficava em um lugar só. Alternava do Chapadão e Juramento. Segundo as investigações da policia.

Voltando a migração..

Muitos traficantes da Penha procuraram abrigo no Chapadão, mas por ordens do FB, apenas os “crias do morro” ficariam no Chapadão, os abrigados teriam que se abrigar nas comunidades no entorno.

Eles se instalaram nas localidades do Jobe, Torre, Terrinha e no Gogó da Ema em Guadalupe, entre outras.

Assim foi se formando o que conhecemos hoje como Complexo do Chapadão.

Nova era do Chapadão


Com as prisões do FB em Campos do Jordão, São Paulo, e Nando Bacalhau em Guarulhos, também em São Paulo, e também no ano de 2012.

Uma nova era de chefes foram para o Morro do Chapadão e nas comunidades que formavam o complexo.



Com a saída do Nando Bacalhau do controle do morro, seu sucessor direto foram os “crias”. Alguns gerentes de confiança dele, que assumiram a frente do tráfico no morro.

O seu sucessor que causou uma certa repercussão, foi o traficante conhecido como Felipe Fu, de 23 anos.

Ele era filho do Ricardo Chaves de Castro Lima, o Ricardo Fu, ex-chefe do tráfico do Morro da Mineira e principal líder do Comando Vermelho.

Fuzinho e Felipe Fú
Felipe Fu era cunhado do Nando Bacalhau também!

Na ocasião o Felipe Fu ou Fuzinho, era um dos líderes do Chapadão, na companhia dos seus comparsas Felipe Correia de Souza Fernandes, o Lacoste e um outro conhecido apenas como Fiel.

Como era muito jovem e “inexperiente” como chefe do tráfico, a cúpula do CV acreditava que ele não seria firme para liderar o Chapadão naquele momento.

Pois era o novo quartel general da facção, assim que ocuparam a Penha e o Alemão.

A policia acreditava que estava acontecendo uma briga interna no Chapadão, pois os traficantes ligados ao Marcinho PV queriam o traficante Luis Claudio Machado, o Marreta, no comando do Chapadão.

Marreta
Ele tinha acabado de fugir pela tubulação do Instituto Penal de Vicente Piragibe, com mais 26 criminosos da mesma facção.

Acreditavam que o Marreta teria a experiência necessária pra tocar os negócios no Morro do Chapadão, pois já era chefe do Jorge Turco e Complexo do Lins.

Por outro lado, o Ricardo Fu acreditava que seu filho poderia segurar essa “bronca” em gerenciar o Morro do Chapadão, e segundo a policia, por meio de carta, orientou o filho a não abaixar a cabeça para o Marreta e comandar o Chapadão.

Resumindo…

O Felipe Fu acabou morrendo em um confronto com os policiais no Morro do Chapadão.
Onde estouraram certinho no esconderijo do traficante, que foi obrigado a revidar e acabou atingido na troca de tiros. Foi levado para o Hospital Carlos Chagas, mas não resistiu ao ferimentos.

Depois da morte do Fuzinho as desconfianças caíram em cima do Marreta, que se afastou do Chapadão e deu continuidade na missão de tomar as comunidades da Praça Seca.

No dia 23/08/2013 o Ricardo Fú ganhou o beneficio do regime semi-aberto, onde deveria visitar a família por sete dias, mas não retornou, e voltou ao Rio de Janeiro.

Junto com seu comparsa Claudio José de Souza Fontarigo, o Claudinho da Mineira, o Ricardo Fu ganhou a missão de olhar o Comando Vermelho nas ruas e chefiar o tráfico no Complexo do Chapadão.

Cuidando do tráfico do Chapadão, o Ricardo Fú colocou outros frentes nas principais bocas do Complexo e estendeu o Complexo para outros bairros no entorno do Chapadão.

Expulsaram um grupo de Milicianos que atuavam em Ricardo Albuquerque, Guadalupe e Anchieta e o complexo cresceu.

Binho do Engenho
No morro do Chapadão a administração ficou com Robson Aguiar de Oliveira, o Binho do Engenho. Oriundo do Morro da Mangueira.

Nas localidades do Jobe, Torre e Cerqueira Cesar, ficou nas mãos do Claudino dos Santos Coelho, o Xuxa ou Russão.

Mas ele foi morto pelos policiais em confronto!

Nas partes da localidade da Cova da Onça até a Pedra Rasa, ficou nas mãos do traficante David Conceição Carvalho, o David ou DVD.

David
David ganhou uma moral enorme com os chefes da facção, porque conseguiu expulsar os milicianos que atuavam no entorno do Final Feliz de Anchieta.

Como prêmio e por ser cria daquela localidade, ganhou o cargo de “frente” também do Final Feliz.

Rivalidade de facções na região do Chapadão


A principal e a única ameaça aos traficantes do Chapadão, são os rivais das favelas da Quitanda, Lagartixa e Pedreira. Todas dominadas pela facção Amigo dos Amigos (ADA).

Anos atrás os traficantes do Chapadão aplicavam tiros na divisa com a Quitanda, em resposta a Quitanda fazia o mesmo.

De acordo com relatos, os traficantes da Quitanda já conseguiram subir até o Morro do Chapadão e balearam o chefão Nando Bacalhau, mas logo foram expulsos do morro.

Atualmente os dois complexos se respeitam, por conta que os dois estão fortemente armados e com soldados saindo pelas beiradas!

Caso aconteça uma guerra entre o Chapadão vs Complexo da Pedreira, rapidamente ela seria evitada pelas autoridades, com risco da instalação da UPP nos dois complexos, quebrando de vez o QG do CV e do ADA em Costa Barros e Pavuna.


Hoje (21/08/2014) a preocupação que o Complexo do Chapadão traz para as autoridades é pelo excesso de roubos de veículos e cargas.

Por muitas das vezes as operações acontecem no Chapadão para recuperar os veículos e as cargas.

Operações para retirar barricadas e reprimir o tráfico também é comum.

Com a extensão do Complexo do Chapadão até Ricardo Albuquerque, Anchieta e Guadalupe, a principal queixa dos moradores de bem, são as leis impostas pelos traficantes e as invasões de casas que eles fizeram.



Recentemente uma escola teve que fechar as atividades, pois o tráfico coibia os alunos na hora da entrada e da saída. 

Muitos pais optaram por matricular os filhos nas escolas que ficam fora dos domínios do tráfico no Complexo do Chapadão.

Nesse ritmo, a tendencia é que o tráfico cresça na região e a violência aumente cada vez mais.

Para acompanhar noticias diárias de Guadalupe e do Complexo do Chapadão, recomendo que sigam a página do Guadalupe News no Facebook.

Bom, esse texto foi apenas o registro resumido dos principais acontecimentos na comunidade do Morro do Chapadão.

Os detalhes é óbvio que não chega até o conhecimento do Blog Crimes News, pois só quem vive o tráfico diariamente tem guarida para dar relatos com riquezas de detalhes.

Você é morador da região e deseja agregar mais informações ou correções, deixa seu comentário no cam
Thiago da Silva Folly, conhecido como TH, integrante da facção Terceiro Comando Puro (TCP) que atua no Complexo da Maré na zona norte do Rio de Janeiro.

Não existe registro que ele participou ativamente da guerra pelo Complexo da Maré contra a facção ADA em 2009.

Uma guerra que durou por meses, e no final do ano foi concluída com sucesso pela facção TCP, onde exigiu um investimento “enorme” para tomar o Complexo da Maré.

Contando com o patrocínio dos lideres da facção, os traficantes Batgol (morto) e o Facão (preso).

Depois que os líderes foram recapturados no mesmo ano de 2009, os homens de confiança deram continuidade na “invasão”, expulsando de vez os rivais do ADA, que foram os traficantes Astronauta (Menor P –Preso), Chapoca (preso), Bill (preso) e Carrapato (?).

Depois que tomaram de vez o Complexo da Maré, houve uma redistribuição de favelas para os gerentes, para que assim o poder ficasse dividido e tirasse o peso da responsabilidade das costas de uma pessoa só.

Com o tempo foram capturados o Chapoca e o Bill, mas o grande líder do TCP na Maré era o traficante Astronauta (Menor P), que já era segurança pessoal do Facão e cresceu no tráfico da Baixa do Sapateiro, no Complexo da Maré.

Com o Astronauta sendo o líder maior da Maré, ele dividiu as lideranças das bocas de fumo das comunidades da Vila do João, Pinheiro, Palace, Fogo Cruzado, Salsa e Merengue, Timbau e Baixa do Sapateiro.

No caso do TH, ele ficou como responsável da Baixa do Sapateiro, um reduto que já era comandado pelo Terceiro Comando Puro (TCP), bem antes da invasão de 2009.

O TH trabalhava no transporte alternativo da Baixa do Sapateiro, mas formou no tráfico depois que o Terceiro Comando Puro varreu a facção ADA do Complexo da Maré.

Ele se tornou um homem de confiança do Astronauta e depois de uma “tróia” aplicada pela Policia, no qual cercaram o Astronauta e seu bonde..


De uma forma inteligente e corajosa, o TH conseguiu tirar o bonde do Astronauta e o próprio com vida, sendo assim, depois do ocorrido ele ganhou uma moral imensa com o Astronauta.

E o interessante desse relato, que o próprio irmão do Astronauta, o traficante Zangado, se recusou em arriscar a sua vida pra ajudar seu irmão e chefe, que ocasionou um castigo.

Com o tempo, as bocas da Baixa do Sapateiro ficaram na administração do TH por completo, e com a missão de auxiliar o seu comparsa PL, traficante gerenciava o tráfico no Morro do Timbau.

A Baixa do Sapateiro e o Timbau são comunidades que fazem divisa com a Nova Holanda, um reduto do Comando Vermelho no Complexo da Maré.

Muitos confrontos e guerras aconteceram na divisa da Nova Holanda (CV) com a Baixa do Sapateiro (TCP), e sempre eram lideradas pelo TH, que por muitas das vezes desrespeitava as ordens do Astronauta e atacava a Nova Holanda, onde automaticamente recebiam um contra-ataque.

O tal do suposto acordo de paz entre a Nova Holanda (CV) e Baixa do Sapateiro (TCP) que foi encabeçado pelo Astronauta, o traficante TH teve sua pequena participação, indo pra divisa na suposta “reunião” que houve entre os chefes das duas facções.

De 2009 até 2013, o TH passava despercebido pelas autoridades e a grande média, pois todo o peso do Complexo da Maré caia nas costas do Astronauta (Menor P).

Mas em Abril de 2014 o processo de pacificação aconteceu no Complexo da Maré, e depois que o Astronauta (Menor P) foi capturado pela Policia Federal em Jacarepaguá na zona oeste da cidade, após, o nome do TH cresceu na mídia.

Maré do TCP após a ocupação do Exército


Com a prisão do Astronauta a liderança foi divida entre todos os frentes e Gerentes do 
Complexo da Maré, mas o TH continuou liderando a Baixa do Sapateiro.

Ele transitava entre o Complexo da Maré e a Serrinha, em Madureira, para sair do foco da ocupação na Maré.

Mas ele tomou uma atitude que mudou o enfrentamento entre o Exército e os traficantes, e 
chamou foco da ocupação somente para as áreas do TCP.

A policia fez uma reunião com o presidente da Associação, que tinha uma influência grande na parte que o TCP dominava no Complexo da Maré.

Após a reunião, os traficantes foram avisados que o Exército só ficaria nas entradas da comunidade, e não adentraria no coração das comunidades.

Com essa ordem, o Astronauta ordenou que não enfrentassem o Exército. Só em casos extremos.

Mas o TH teve que desrespeitar esta ordem, e na Baixa do Sapateiro, ele e seu bonde encurralaram o Exército e houve um confronto intenso.

Depois deste confronto, o Exército aumentou o efetivo dentro das comunidades, e os nomes dos principais chefes começaram a serem jogados na média, e a foto do TH estava no meio também

Com o acordo de Paz quebrado com o Exército, quase no mesmo período, os traficantes da facção ADA foram tentar a sorte e retomar o Complexo da Maré.

Muitos confrontos com os traficantes do ADA aconteceram nas invasões, com o Exército se metendo no meio do confronto.

Em meio a confrontos intensos na Vila do João e no Palace, estranhamente o TH não ajudava seus comparsas nos confrontos.

Como eles falam na gíria dos traficantes. ” “– Ele não atravessava com os Fuzis para ajudar”.

Realmente é difícil entender o que aconteceu entre os traficantes do TCP, mas é fato que o TH recuou e quase não se meteu para conter os rivais do ADA.

T.H

Ainda em 2014, o Exército deu outro golpe duro para o TCP, e conseguiram capturar o traficante Relâmpago, Drogadão e Difuga.

Homens que tinham cargos de confiança no Complexo da Maré.

Atualmente o TH ocupa o primeiro lugar entre os procurados do Complexo da Maré, dividindo o posto com seu comparsa, o traficante PL.

Hoje o Disque Denúncia oferece uma recompensa de R$ 5.000,00 para informações que 
levem a prisão do traficante.


Ele possui um mandado de prisão, expedido pela 40ª Vara Criminal da Capital, pelo crime de Associação para o Tráfico e afins.